KRAV MAGÁ

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A exigência da profissão de agente da PSP levou Alexandre Topete, 40 anos, a apaixonar-se pelo Krav Maga Alexandre Topete concilia a PSP com a paixão pelo Krav Maga. A viver em Vila Franca de Xira dá aulas a todas as faixas etárias no CPCD, na Póvoa de Santa Iria. Os alunos são para ele “como uma família” e o Krav Maga dá-lhe a confiança que precisa para enfrentar o quotidiano.

A exigência da profissão de agente da PSP levou Alexandre Topete, 40 anos, a apaixonar-se pelo Krav Maga. O facto de ser mais baixo era um receio no seu dia-a-dia, até porque considera que uma figura de autoridade com uma estatura física aparentemente mais frágil pode ser um alvo fácil.

A exercer funções na Unidade Especial de Polícia, Alexandre apaixonou-se pelas técnicas de defesa militar já em Lisboa, até porque em Trás-os-Montes, no concelho de Torre de Moncorvo, Carviçais, onde nasceu e cresceu, nunca se tinha ouvido falar de Krav Maga. O primeiro contacto com a técnica de defesa pessoal israelita começou num ginásio em Odivelas, até que um amigo o levou até ao Forte da Casa, onde seguiu as aulas de outro mestre, também ele militar da GNR.

Os treinos começaram a ser frequentes e passou também a dar aulas. “Sinto-me mais protegido com o Krav Maga do que outra arte marcial, mas procuro proteger-me no dia-a-dia e não a competição. O Krav Maga é o meu porto de abrigo”, admite.

Reportagem desenvolvida na edição impressa de O MIRANTE

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